João Lourenço já a pensar na independência de Cabinda, defende que ANGOLA não pode continuar a pagar com petróleo as linhas de crédito

O presidente da república de Angola, João Lourenço, defende que Angola não pode continuar a pagar com petróleo as linhas de crédito estabelecidas com a China para a construção de infraestruturas.

Estes pagamentos alargam-se a outros países, nomeadamente o Brasil e Israel, vindo o volume de petróleo para garantir os créditos a aumentar de ano para ano, paradigma que que o presidente pretende ver alterado. João Lourenço diz que, enquanto para os financiadores chineses, os riscos de pagamento são menores, os níveis de endividamento do país aumentam, com implicações negativas ao nível de futuros projetos de infraestruturas e consequentemente do crescimento da indústria da construção.

Segundo dados revelados pela consultora Fitch Solutions, a China ocupa a 1ª posição no universo dos países financiadores de infraestruturas em Angola, com um investimento de 22,4 mil milhões USD. Mas a dependência de Angola do capital chinês é cada vez maior e voltou a aumentar em Setembro de 2018, na sequência dos acordos de financiamento assinados na capital chinesa, no montante de 11 mil milhões de dólares, para avançar com 78 novos projetos de infraestruturas.

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