DELEGADO DO MINISTÉRIO DO INTERIOR EM CABINDA, REVELA O MANDANTE DAS DETENÇÕES DOS MEMBROS DO MIC

QUESTÃO MIC – MOVIMENTO INDEPENDENTISTA DE CABINDA: DELEGADO DO MINISTÉRIO DO INTERIOR EM CABINDA, SR. EUSÉBIO DOMINGOS DE ALMEIDA E COSTA DESMENTE.

Nos dias 28, 29 de Janeiro, 1 de Fevereiro e no limiar de Março do presente ano, registrou-se mais outra vez em Cabinda uma autêntica violação de Direitos Humanos contra cidadãos cabindeses, direitos estes, consagrados na carta da ONU, Nações Unidas

O povo de Cabinda sempre viveu sob grande horror, isto é, detenções arbitrárias e imparáveis execuções sumárias levado acabo por parte do Estado angolano que ocupa o território de Cabinda a mais de 3 décadas. Esses factos desumanos decorre sob o pretexto desses resistentes cidadãos cabindeses pertencerem ao Movimento Independentista de Cabinda, MIC, Organização Política que emergiu na perspectiva de mobilizar o povo cabindês a lutar pacíficamente pela desanexação e Independência de Cabinda face ao Estado angolano.

É igualmente neste espírito de resistência à vassalagem angolano que o MIC – Movimento Independentista de Cabinda – entendeu em organizar uma Marcha Pacífica alusiva ao 134º aniversário do Tratado de SIMULAMBUCO, tratado este que dogmáticamente serve como principal fonte material que faz com que Cabinda não seja um território angolano.

Na sexta-feira, 01 de Março, a Imprensa Internacional da Alemanha, DW, contactou o senhor Eusébio Domingos de Almeida e Costa Comandante Provincial da Polícia em Cabinda que desmentiu o seguinte: “O encargo da vaga de detenções realizadas nos meses iniciais do ano corrente em Cabinda, não estão sobre os seus ombros mais, sim, estão sobre os ombros do Sr. Eugênio Cesar Laborinho Governador de Cabinda.

O mesmo comandante fez a questão de assinalar na DW que essas detenções e o subssequente aprisionamento dos 77 membros do MIC foram ordens procedentes do Governo Central, ou seja o governador Laborinho cumpriu meramente o velho desiderato político do Presidente João Manuel Gounçalves Lourenço em continuar a submeter aos cabindeses as leis da vassalagem e do terror.

Presentemente, estes cabindeses continuam encarcerados nas cadéias do Civil e do Yabi onde estão a espera do manipulado julgamento, quando a questão ou causa justa dos cabindeses devia ser resolvida políticamente e não nas barras do tribunal.

Fonte: Sic de Angola

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.