FORMAÇÃO DE QUADROS QUALIFICADOS ENTRE AS PRIORIDADES DO MINISTRO DO INTERIOR

FORMAÇÃO DE QUADROS QUALIFICADOS ENTRE AS PRIORIDADES DO MINISTRO DO INTERIOR

O Ministro do Interior, Eugénio César Laborinho, presidiu, hoje, 05/08/2019, no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais, a outorga do 3º grupo de Licenciados em Ciências Policiais e Criminais, assim como o 1º curso de Mestrado em Segurança Pública.

César Laborinho defendeu que a dinâmica actual exige dos efectivos da Polícia Nacional conhecimentos acrescidos nos mais variados ramos do saber, especialmente, aqueles que comungam com a actividade específica da garantia da ordem e tranquilidade públicas, à luz dos constantes desafios que se vão colocando no exercício desta nobre e espinhosa profissão, facto que, segundo o presidente do acto, vai estabelecer a formação, em especial, a do ensino superior policial, como uma das principais apostas do seu mandato, porque só assim, se pode debelar as insuficiências registadas na actuação policial.

Aos 290 recém formados, agora licenciados em ciências policiais e criminais, que se juntam aos 352 dos anos anteriores, o que perfaz um total de 642, o Ministro apelou que deverão aplicar toda inteligência, conhecimento e experiência às acções quotidianas, para que se eleve a capacidade de resposta às necessidade de segurança pública, estabilidade social, pois, só deste modo, poderá propiciar-se as condições para que as demais instituições do Estado funcionem plenamente e se possa garantir, de facto, o bem estar das populações.

Preocupado com a formação, o Ministro Laborinho recomendou que é fundamental repensar-se no processo de colocação dos licenciados em ciências policiais e criminais, considerando que em termos profissionais, no âmbito da cadeia de mando policial, o perfil de saída habilita-os a comandarem esquadras e postos policiais, bem como a nível da investigação criminal, a semelhança do que ocorre em outros países, “Não se pode continuar a verificar o desamparo de técnicos superiores formados nesta casa, como o que acontece com alguns dos cursos anteriores, que ainda não têm colocação adequada.

É necessário atribuir-lhes o devido valor, como por exemplo, preencher as vagas que se vão abrir na criação do novo órgão da polícia nacional, a direcção de investigação de ilícitos penais, que vai exigir a integração de quadros com formação específica e qualificada” referiu a entidade.

Quanto a criação do curso de mestrado em segurança pública no Instituto, o General Laborinho justificou que o mesmo assentou em torno de várias análises dos objectivos do referido estabelecimento de ensino superior policial, tendo em conta o magno interesse do Estado angolano na garantia da segurança dos cidadãos, visando a superação integral das insuficiências de respostas ao complexo fenómeno da criminalidade que a sociedade vive, com base na assimilação de técnicas e métodos cientificamente válidos, bem como a manutenção da ordem e segurança pública.

Participaram da actividade, o corpo directivo do MININT, da Polícia Nacional, Reitores de Universidades, Académicos e os alunos do ISCPC.

Fonte: MININT

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