DOSSIER QUE COMPROMETE RUI FERREIRA NAS MÃOS DAS MISSÕES DIPLOMÁTICAS OCIDENTAIS

Chancelarias de países ocidentais baseadas em Luanda e que se dedicam ao combate ao terrorismo internacional manifestaram nos últimos 20 dias, preocupação no acompanhamento do processo de desfecho do grupo empresarial Arosfran cujo líder libanês Kassim Tajideen operava em território angolano para financiar a rede terrorista Xita do Hezbollaz. Kassim Tajideen foi recentemente condenado nos Estados Unidos da America (EUA), porém, os seus negócios em Angola está a ser gerido pelo seu filho Mohamed Tajideen e por Sidney Manita Ferreira, filho de Rui Ferreira gerando preocupação que agora apreciam o processo.

Na altura, o regime do Presidente José Eduardo dos Santos, ao receber a nota diplomática do Departamento de Estado americano, que solicitara a averiguação do universo empresarial de Kassim Tajideen, em território angolano, manipulou o pedido e as empresas controladas pelo cidadão libanês ficaram na posse de Rui Ferreira e seus familiares, conforme ilustração documental indesmentível.

Sabe-se de fonte geralmente bem posicionada que outras missões diplomáticas ocidentais em Angola, estão em posse dos dossiê que descreve o envolvimento Rui Ferreira com o grupo libanês xiita do Hezbollah, a mais de 20 dias. Estas procedem recomendações aos seus governos como é norma nestes casos face a importância que dão ao combate ao terrorismo internacional.

As fontes avançam ainda que as referidas embaixadas apreciaram os dossiê com caráter de urgência ficando repugnado com o assunto onde o Presidente do Tribunal Constitucional, na altura, hoje do Tribunal Supremo se envolve de forma leviana com grupo terrorista do Hezbollah e serve-se de testa de ferro e logístico dos mesmos.

Na altura, ainda no consulado do Presidente JES, o grupo negocial de então governo, na pessoa de Carlos Feijó, na vestes de Ministro de Estado, Helder Vieira Dias “Kopelipa”, nas vestes de Ministro de estado da Casa de Segurança e a RGT de Rui Ferreira, em representação do Estado, manipularam o pedido dos Estados Unidos e colocaram nas mãos do terrorista libanês, 320 milhões de dólares dinheiro dos contribuintes angolano.

Segundo analistas em questões internacionais, com esta posse de informações, as missões diplomáticas começam a testar o campo de manobra de Rui Ferreira na manutenção do seu cargo, que por quanto colocam, em causa, o principio de cooperação no domínio da justiça. Ferreira tornou-se num indivíduo  cuja pureza é questionada.

Não se exige mais nada a Rui Ferreira a e Guilhermina Prata perante a este cenário. Ambos fazem parte do grupo negocial da Arosfran ainda com funções de Estado. Devem refletir melhor.

Texto de Luís Neto

Fonte: Angola Media, via Club k

Foto: Avisto TT

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