OFICIAL DO SIC MATA AGENTE DA ORDEM PÚBLICA POR CAUSA DO ESTADO DE EMERGÊNCIA

O terceiro subchefe, identificado apenas por Lemos, mais conhecido por “Lameira”, colocado no Departamento Provincial de Operações dos Serviço de Investigação Criminal, (SIC), em serviço na Brigada de Operações Externas da 12ª Esquadra do Cazenga, atirou mortalmente na passada quarta-feira, 01/04, contra um dos agentes da Ordem Pública, tendo causado ferimentos graves ao segundo, que se encontra internado numa das unidades hospitalares em Luanda.

Tudo começou, quando os agentes da Ordem Pública em Serviço, na Rua do Comércio, Município do Cazenga, decidiram descansar numa roulotte, na qual teria solicitado cada um deles, uma cerveja, supostamente, “para matar o calor”, quando apareceu no local o jovem “Lameira”, não identificado, os agentes da ordem pública aconselharam o jovem que não devia se manter naquele local, tendo um dos agentes, exigido o cumprimento escrupuloso das regras estabelecidas pelo Estado de Emergência que é: “fique em casa”.

Tendo se instalado o desentendimento entre os dois agentes da Ordem Pública e o terceiro subchefe do Serviço de Investigação Criminal, que sem voltas, atirou mortalmente para um dos agentes e tendo causado ferimentos graves ao segundo, que recebe tratamento numa das unidades hospitalares da capital.

O oficial do SIC encontra-se detido nas celas da Direcção Provincial dos Serviços de Investigação Criminal de Luanda.

O facto acontece quando o porta-voz das Forças de Defesa e Segurança, Waldemar José, mostram-se preocupadas com o nível de violência, praticada por alguns cidadãos, contra agentes de autoridade.

Esta posição foi demonstrada durante a actualização de dados, que a Comissão Multissetorial faz, diariamente, pelo subcomissário, Waldemar José, Porta-voz das Forças de Defesa e Segurança, que recorreu a números para sustentar a sua posição, os casos de agressões contra efectivos das Forças Armadas Angolanas e da Polícia Nacional, em todo o País, aumentaram, significativamente, o que, segundo o oficial, demonstra o nível de desobediência civil, sem ter mencionado o caso em referência.

O Decreto contactou a direcção de Comunicação Institucional do Ministério do Interior mas não obteve qualquer resposta.

O decreto

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