RDC E ANGOLA EM ROTA DE COLISÃO DIRECTA DEVIDO A EXPLORAÇÃO DO OURO NEGRO

SÃO INÚMEROS OS “DIFERENDOS” QUE PODERIAM LEVAR ANGOLA E A RDC EM ROTA DE COLISÃO DIRECTA (guerra intra-estados) confrontação essa que não pode ser descartada no futuro, devido à questão de partilha dos recursos naturais e sobretudo devido à luta pela liderança geo-estratégica da Região Central e de África, pois chegará o dia em que a “RDC” chamará para si o poder decisório das responsabilidades estratégicas da Região, relegando para segundo plano países como o África do Sul, Nigéria, Egipto, Quénia, Ruanda, Uganda e Angola, (este último que só tem destaque nessa região devido ao Território de Cabinda que ocupa ilegal e militarmente), transformando-se no Grande Estado Directorio da Região Central Africana e do Continente berço no seu todo, estatuto que lhe é divido e merecido, mas que um dia alcançará.

AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS NÃO RETIRAM AOS CABINDAS O SEU DIREITO À AUTODETERMINAÇÃO, CHIÂNICA BRÁS

A instabilidade que Chiânica Brás, aponta está directa ou indirectamente relacionado com o longo diferendo político-militar que opõe os Cabindas e as autoridades angolanas (MPLA) que de uma ou de outra forma acabam por afectar o desenvolvimento económico-social do Território.

“Do ponto de vista social nós não estamos bem, não temos boas escolas, não temos bons hospitais, qualquer situação para que a pessoa sobreviva deve recorrer aos Congos. Não há um investimento sério em Cabinda, mas tudo é propositado para tornar esse povo mais atrasado de formas a pensar menos, a exigir menos”, denunciou o activista Cabindense que não ficou por aí!

“E nós que vamos conseguindo enxergar isso, temos a missão de passar a mensagem aos outros. E até digo te que quem poder pegar nos filhos mandar mesmo nos Congos ou mesmo até na parte de Angola, onde o ensino vai aparecendo com alguma qualidade, visto que precisamos formar os homens de amanhã, as pessoas que vão dar sequência a essa luta”, acrescentou Chiânica Brás.

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