Ativistas são acusados dos crimes de rebelião, ultraje ao Estado angolano e associação criminosa. Os três são membros da União dos Cabindenses para a Independência
Ativistas são acusados dos crimes de rebelião, ultraje ao Estado angolano e associação criminosa. Os três são membros da União dos Cabindenses para a Independência
O julgamento teve início no dia 25 do mês de Julho último, com base no processo número 048, datado de Fevereiro de 2015, por altura da criação da Comissão Instaladora da Empresa de Águas de Cabinda (EPAC).
Os réus respondiam as sessões de julgamento em liberdade.