RDC E ANGOLA EM ROTA DE COLISÃO DIRECTA DEVIDO A EXPLORAÇÃO DO OURO NEGRO

SÃO INÚMEROS OS “DIFERENDOS” QUE PODERIAM LEVAR ANGOLA E A RDC EM ROTA DE COLISÃO DIRECTA (guerra intra-estados) confrontação essa que não pode ser descartada no futuro, devido à questão de partilha dos recursos naturais e sobretudo devido à luta pela liderança geo-estratégica da Região Central e de África, pois chegará o dia em que a “RDC” chamará para si o poder decisório das responsabilidades estratégicas da Região, relegando para segundo plano países como o África do Sul, Nigéria, Egipto, Quénia, Ruanda, Uganda e Angola, (este último que só tem destaque nessa região devido ao Território de Cabinda que ocupa ilegal e militarmente), transformando-se no Grande Estado Directorio da Região Central Africana e do Continente berço no seu todo, estatuto que lhe é divido e merecido, mas que um dia alcançará.

À LUZ DAS FRONTEIRAS TRAÇADAS NA CONFERÊNCIA DE BERLIM CABINDA NÃO É PARTE INTEGRANTE DE ANGOLA

Se formos à respeitar as fronteiras traçadas pelos ocidentais na Conferência de Berlim, o território de Cabinda é ou não parte integrante de Angola? E (Por quê?)

As autoridades portuguesas, cônscias das implicações jurídicas que se consubstanciariam nos direitos e deveres que as cláusulas inerentes à Conferência de Berlim ditariam, acharam por bem celebrar com os nossos antepassados, os tratados cabinda-lusos que vocês chamam de luso-cabindas. Respondendo a questão diria, resumidamente que não! Porque na Conferência de Berlim, Cabinda e Angola tinham estatutos diferenciados pela potência colonizadora: aquela era protectorado e Angola colónia, logo, dois entes distintos.

Saiba mais sobre a entrevista de José da Costa no link abaixo…

APRESENTADA QUEIXA CRIME ÀS INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS DE DIREITO, CONTRA O GOVERNO ANGOLANO E O MPLA DE JOÃO LOURENÇO

Segundo ainda a fonte, à organização de Cabinda, solicitou na sua queixa que os autores morais e materiais, da morte de RAFA, sejam julgados por crimes de guerra, tendo em conta à operação militar angolana em curso no território de Cabinda que está a ser implementada pelos efectivos das forças armadas angolanas – FAA, tendo sindo no quadro, da mesma que o filho de Cabinda, foi barbaramente assassinado.

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