Violação dos direitos humanos em Angola

Ao

Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas

Os nossos respeitosos cumprimentos,

Recentemente à República de Angola ao apresentar o seu relatório periódico sobre a implementação do pacto internacional dos direitos civis e políticos em Angola na 125 Sessão ordinária do comité!

Defendeu com garras e unhas que já existem progressos sobre a defesa dos direitos humanos no país, tendo em conta à implementação da Estratégia Nacional de Direitos Humanos.

Sendo que os direitos humanos em Angola são considerados agora, como uma questão de segurança nacional e as organizações da sociedade civil são os principais actores da sua fiscalização.

Neste sentido, remetemos às imagens da brutalidade sofrida hoje 23 de Março de 2019, pelos activistas em Luanda que participavam numa manifestação pacífica contra à violência policial!

Para reprimir à manifestação a polícia angolana, recorreu como sempre a meios coercivos, tendo usado gás lacrimogêneo que afectou muitos dos participantes na qual dois se encontraram em estado critico.

Pelo acompanhamento desta questão em Angola, concluímos que os progressos nos Direitos civis e políticos que apregoam nos quatro cantos serem uma miragem e propaganda do MPLA para o inglês ver!

Porém, que o Comité recomende visitas à Angola de um Relator Especial das Nações para os Direitos Humanos para averiguar está e mais situações sobre à violação dos direitos humanos.

Outrossim, solicitamos que às acções do Relator Especial se estendam ao Território de Cabinda, onde o MPLA procede à violação dos direitos humanos e dos princípios fundamentais da Carta da ONU, desde de 1975. E aonde até hoje mais de 50 Cabindenses continuam aprisionados por defenderem o seu direito à Autodeterminação.

Atentamente

José Manuel Kabangu

(Jornalista e activista político)

To

United Nations Human Rights Committee

Our respectful compliments,

Recently, the Republic of Angola presented its periodic report on the implementation of the international pact on civil and political rights in Angola at the Committee’s 125th Regular Session!

He defended with claws and nails that there is already progress on the defense of human rights in the country, taking into account the implementation of the National Human Rights Strategy.

Given that human rights in Angola are now considered as a matter of national security and civil society organizations are the main actors of its monitoring.

In this regard, we refer to the images of the brutality suffered on March 23, 2019, by activists in Luanda participating in a peaceful demonstration against police violence!

To repress the demonstration to the Angolan police, it resorted as always to coercive means, having used tear gas that affected many of the participants in which two were in critical condition.

By following this question in Angola, we conclude that the progress in civil and political rights that proclaim in the four corners is a mirage and propaganda of the MPLA for English see!

However, the Committee recommends visits to Angola by a Special Rapporteur of the United Nations for Human Rights to investigate the situation of human rights violations.

Furthermore, we request that the Special Rapporteur’s actions be extended to the Territory of Cabinda, where the MPLA violates human rights and fundamental principles of the UN Charter since 1975. And to this day, more than 50 Cabindans are still imprisoned for defending your right to Self-determination.

carefully

   José Manuel Kabangu

(Journalist and political activist)

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