PLANO DO MPLA, EM CABINDA PARA O CONTROLO DO PODER LOCAL

O comandante da polícia angolana, em Cabinda, Comissário, Eusébio Domingos de Almeida e Costa, reuniu-se, recentemente no centro de conferência de Simulambuco com as autoridades tradicionais e das administrações municipais, para analisar questões sobre a segurança pública do território, tais como; a imigração ilegal, contrabando de combustível, tráfico de drogas e outros delitos comuns.

Até aí tudo bem!

Mas segundo a nossa fonte no comando da polícia angolana, em Cabinda, garantiu nos que o encontro foi mais para a polícia local, anunciar o plano do MPLA, que tem haver com a criação dos “conselhos comunitários de segurança” que oportunamente será apresentado as autoridades tradicionais que vai assegurar a continuidade de influenciar e controlar, as comunidades locais, por um lado e por outro visa garantir a conquista do poder local por parte do MPLA nas próximas eleições autárquica.

Para esse desiderato, no encontro,  foram já instruídos, principalmente as autoridades tradicionais à manterem informados os órgãos de defesa e segurança, sobre tudo o que se passar nas suas comunidades sob pretexto de combate a criminalidade.

Quando se sabe de antemão que são medidas do MPLA, que está muito preocupado, com os últimos acontecimentos político-militar no território de Cabinda, tendo em conta as acções independentistas da FLEC FAC que no corrente mês, ceifaram a vida de três policiais de guarda fronteira na comuna do Massabi.

Segundo ainda a nossa fonte o plano do MPLA, acima referenciado está directa ou indirectamente ligado ao PIIM ( Plano integrado de Intervenção Municipal), cuja as recitas no valor de Dois mil milhões de dólares, foram extraídas do Fundo Soberano de Angola-FSA (com transparência duvidosa).

PIIM, este que não reflete os verdadeiros anseios das populações, pois os programas à implementar neste quadro, deviam ser implementados pelo governo angolano no âmbito do cumprimento do seu plano de governação que não prevê à implementação do PIIM, sendo de facto uma artimanha política ou seja um subterfujo do MPLA para colocar a mão nos activos do FSA por via legal, mas para a prossecução dos seus interesses partidários, uma vez que a elaboração do PIIM não obedeceu os padrões de boa governação.  

Texto de Baveka Mayala

© 2019 VOICE OF CABINDA – MBEMBU BUALA, PELA VERDADE E JUSTIÇA – CABINDA ACIMA DE TUDO E DE TODOS

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.