EM ANGOLA SE PODE MANIFESTAR, MAS EM CABINDA É PROIBIDO

SEGUNDO AS MALDITAS ORDENS DO REGIME INVASOR E OCUPANTE DE CABINDA, O MPLA.

Será que o governo angolano liderado pelo MPLA continuar à temer uma revolta popular dos Cabindenses contra a ocupação do seu território desde de 1975?

Pois desde as últimas movimentação de massas protagonizadas pela Mpalabanda que ao território Cabinda se continua a impor um silêncio absoluto no que toca a realização de manifestações, as forças de defesa e segurança ligados ao regime invasor não têm facilitado à vida quer dos activistas cívicos e, bem como dos independentistas de Cabinda.

De 2017 à 2020, foram reprimidas todas as manifestações anti-regime (MPLA) em Cabinda, tal como sempre se reprimiu, promovidas pelas organizações independentistas de Cabinda, movimentos cívicos e pela Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos “ADCDH”, apesar das repressões os activistas dos direitos humanos sobretudo os afectos a sociedade civil Cabindense destemidamente voltaram às ruas da cidade de “Tchiowa” – Cabinda neste 29 de Maio de 2021 onde pretendiam contestar a neo-colonização angolana no Território de Cabinda, mas infelizmente, mais de uma dezena destes acabaram detidos pela polícia angolana presente nas terras do Maiombe.

Do grupo de detidos constam Alexandre Fernandes Liongo Ncasso, nacionalista Cabindense, Alexandre Kuanga Nsito, Presidente da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos “ADCH”, António Tuma, Membro do Movimento Independentista de Cabinda – MIC e, outros membros da sociedade civil Cabindense.

Tal como foi confirmado a Mbembu Buala Press (A Voz de Cabinda), os promotores da manifestação advogam que a governação do MPLA em Cabinda, tem posto em causa “a vida, a liberdade de expressão, de reunião, de opinião, de associação, de circulação, e da Paz, provocando uma degradação económica, social e saúde pública profunda, pobreza profunda, julgamento e condenações injustas, detenções arbitrárias, perseguições e mortes sem precedentes”.

CABINDA IS NOT ANGOLA

A Manifestação reprimida neste Sábado, 29 de Maio se enquadra nas comemorações o dia de África, o 25 de Maio, mas que teria como objectivo protestar contra a neo-colonização angolana no Território de Cabinda, ocasião que serviria também aos promotores para exigirem das autoridades angolanas a “Paz e o Diálogo para Cabinda” como forma de resolução da eterna situação político-militar do território.

Mas que pelos vistos as manifestações só são do “Zaire ao Cunene”, mas, que são drasticamente reprimidas no Território de Cabinda.

Edição Vídeo: Magaliza Zola

Vídeo Créditos: MIC

Texto de José Kabangu

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