VIVEMOS UM AMBIENTE DE TERROR NO DIA 11 DE NOVEMBRO DE 2021 EM CABINDA

Engenheiro Carlos Vemba presidente do MIC teve um entorse no pé direito, José Pedro Diogo “Dito” ficou lesionado no braço esquerdo, “José Francisco Issambo, Garcias Mbembe, Natalício Cuti foram brutalmente espancados”

MIC (Movimento Independentista de Cabinda) desafiaram o governo colonial angolano e tentaram sair à rua para Manifestar contra as detenções arbitrárias perseguições políticas, prisões ilegais dos seus membros António Tuma e Alexandre Dunge, e exigir a realização do Referendo de autodeterminação sobre Cabinda, no dia em que se celebram os 46 anos da independência de Angola.

A polícia angolana impediu a realização da manifestação em Cabinda, tendo utilizado a força e detenções arbitrárias contra os manifestantes.

No período matinal deste dia 11 de Novembro de 2021, a polícia colonial angolana invadiu a residência do membro do MIC, José Pedro Diogo, mais conhecido por “Dito”, local onde estavam reunidos o Carlos Vemba presidente do MIC, Ruben Domingos secretário-geral adjunto, os secretários dos Comité, Gabriel Lelo, João Mbele, Natalício Cuti, Garcias Mbembe e outros membros selecionados para os preparativos da referida manifestação, a incursão policial surpreendeu a todos dentro dentro da residência, aterrorizados pelo uso excessivo de força por parte da polícia colonial angolana, tendo a porta destruída com pontapés, a polícia entrou dentro da residência e detiveram todos, seguidamente levados para Esquadra do Tchízo onde permaneceram até a noite.

Natalício Cuti e Garcias Mbembe, por resistirem durante a detenção “foram barbaramente violentados pela polícia nacional, uma manifestação clara de que “o povo de Cabinda vive sob jugo do colonialismo angolano”.

Houve ainda várias detenções, incluindo o Presidente de ADCDH Alexandre Kuanga Nsito, activista cívico Geraldo da Costa “Fumu Buala”, activista Fernando Muguila e José Francisco Issambo “Rasta” membro do MIC. A polícia colonial angolana fez outras várias detenções, não tendo ainda sido avançados números oficiais.

Assim sendo, dia 11 de Novembro de 2021, “vivemos um ambiente de terror, um verdadeiro estado policial, onde os direitos dos Povos não são respeitadas”.

MIC Movimento Independentista de Cabinda, reafirma que a luta continua.

Vamos continuar a lutar e a pressionar até que seja realizado o referendo de autodeterminação para a solução definitiva do problema de Cabinda. “Continuaremos firmes a lutar. O povo de Cabinda é soberano e tem poder.”

Viva o MIC (Movimento Independentista de Cabinda)

Secretaria para Informação e Comunicação

– Eng-Sebastião Macaia

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