Passados anos de adormecimento em torno da questão de Cabinda, estas duas obras pretendem contribuir para fazer regressar ao espaço do debate público uma questão que a descolonização portuguesa provocou e o governo central angolano aproveitou.
Passados anos de adormecimento em torno da questão de Cabinda, estas duas obras pretendem contribuir para fazer regressar ao espaço do debate público uma questão que a descolonização portuguesa provocou e o governo central angolano aproveitou.
Para os interessados em solidarizar-se com causa, basta que se vistam de branco e levarem consigo uma vela, nos dias 22 e 23 de Fevereiro “Sexta e Sábado”, no Largo 1º de Maio (Luanda), às 18h00.
Lembremos que os portugueses chegaram na foz do rio Zaire em Angola em 1484 e só chegaram em Cabinda quase 5 séculos depois. Surge a pergunta, onde estavam os angolanos quando os representante do governo português e os príncipes, chefes e oficiais do reino de N’Goyo assinaram o tratado naquele mesmo ano?