Em 1964, a OUA decidiu que o “princípio da intangibilidade das fronteiras coloniais” deveria ser aplicado ao continente. Porém, ao abrigo do direito internacional público,
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Entre tantos actos reiterados de desobediência, repugnância e resistência ao consulado “pastorício” colonial do agente da agenda colonial angolana em Cabinda, Belmiro Tchissengueti, através da
O dia 01 de Agosto de 1975 foi proclamada a independência do Estado livre de Cabinda, por Luís de Gonzaga Ranque Franque, presidente e co-fundador