O ideal da Independência Total de Cabinda de Pedra e Cal entre os filhos de Makongo, Mangoyo e Maloango

CABINDA

Por @mbembubuala

Fevereiro 02, 2019

Como estava programado, na sexta-feira, 1 de Fevereiro, 2019, os filhos de Makongo, Mangoyo e Maloango,  saíram à rua determinados e marcharam pacificamente “sem qualquer violência” Contra Colonização Angolana, a favor da Autodeterminação e  Independência Total de Cabinda.

Em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, a concentração foi junto à sede das Nações Unidas (ONU), os filhos de Cabinda, mobilizaram-se determinados, ao comando de Sílvio Sumbo, Anselmo Pemba e Henrique Malonda.

Exibiram cartazes com vários slogans como “Cabinda não é Angola”,  gritando de alto e bom som que o governo angolano é terrorista, demonstrando ao mundo e à comunidade internacional a real situação de Cabinda em frente às Nações Unidas, naquela cidade americana, apelando igualmente a imediata libertação dos activistas políticos, detidos na cidade de Tchiowa, entre os dias 28, Janeiro à 1 de Fevereiro pelo regime colonial angolano quando tentaram levar a cabo uma manifestação pacífica, na semana passada e ontem, respectivamente.

Sílvio Sumbo, um dos coordenadores da manifestação, confirmou a nossa redacção que os filhos de Cabinda  continuarão a chamar a atenção da ONU, dos Estados Unidos da América e do mundo em geral para que medidas sejam tomadas contra o regime terrorista e sanguinário de Angola, tendo em conta as atrocidades que o MPLA, contínua a infligir ao povo indefeso e sofredor de Cabinda, que pacificamente clama por Justiça.

Por outro lado, a Marcha Pacífica do povo de Cabinda, foi uma realidade, desafiando as estratégias maquiavélicas do regime terrorista do MPLA, o povo marchou destemido ontem, pelo mundo fora, para celebrar os 134 anos do Tratado de Simulambuco(01.02.1885) repudiando a colonização angolana, e reforçando, o apelo uma vez mais à  Autodeterminação e  Independência Total de Cabinda, aos olhos do mundo. A Marcha que decorreu sem sobressaltos, em Portugal-Lisboa e em Nova Iorque – Estados Unidos da América, sendo reprimida como esperado em Cabinda (Tchiowa), com a detenção demais de 50 membros do MIC, numa autentica operação de caça às bruxas.

Apesar dos pesares, fica assente à comunidade internacional e ao mundo em geral (principalmente ao governo invasor e ocupante ilegal – angolano) que o ideal da independência total de Cabinda é um facto e, que arma alguma calará esse ímpeto natural dos Cabindenses, sendo que o direito à Autodeterminação não prescreve, não se transmite nem perde a sua eficácia, pois é um direito inviolável, inalienável e incessível, mas também imprescritível.

Para além de Cabinda, Nova Iorque e Lisboa, a Marcha Pacífica, estava igualmente programada em Angola, França, Alemanha, Canada, RDC, República do Congo e Gabão.

2015 @mbembubuala – Todos direitos reservados (Copyright)

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