DR. ARÃO BULA TEMPO, APONTA O SACRIFÍCIO COMO UM DOS CAMINHOS PARA À AUTODETERMINAÇÃO DO POVO DE CABINDA

Foto MRPCS

Em declarações ao programa Angola Fala Só da VOA, difundido no pretérito dia 06/09/19.

POR MBEMBU BUALA

O governo angolano deve usar de “flexibilidade” para tentar resolver a questão de Cabinda que passa pela auscultação da população do território, disse o Dr. Arão Tempo presidente do Movimento da Reunificação do Povo de Cabinda para a sua Soberania (MRPCS)

Falando no programa “Angola Fala Só” o conhecido advogado e activista disse que só o diálogo pode resolver o diferendo.

“Apelamos para que o governo do MPLA use de flexibilidade”, disse.

“A força não resolverá nada”, acrescentou.

https://av.voanews.com/clips/VPO/2019/09/06/20190906-163000-VPO077-program_32k.mp3?download=1

Recentemente foi anunciado que oito associações cívicas e de defesa dos direitos humanos se tinham juntado ao MRPC, algo que o Dr Arão Tempo disse ser uma resposta às alegações do governo angolano “que sempre disse estamos divididos”.

O dirigente do MRCPS defendeu a realização de um referendo para se saber “o que o povo pretende”.

Defendendo meios pacíficos de luta Arão Tempo disse contudo que não se pode ignorar aqueles que lutam por meiosarmados.

“A FLEC existe”, disse fazendo ainda referencia ao braço armado do movimento a FAC.

“O governo do MPLA não sabe negociar”, disse.

Interrogado sobre o Forum Cabindês para o Dialogo que assinou um acordo com o governo o activista disse que este acordo de estatuto especial nada tinha mudado.

O activista afirmou que a campanha pela autodeterminação de Cabinda será longa e acusou os países vizinhos e a comunidade internacional de ignorarem o problema apesar de estarem cientes de ser uma violação d alei internacional.

Contudo, disse, os cabindas não devem esmorecer.

“O sacrifício é o caminho da liberdade”, disse

Interrogado sobre o julgamento de activistas do Movimento Independentista de Cabinda disse que não houve desenvolvimentos deste que estes foram postos em liberdade condicional.

“Tenho vergonha de falar da justiça angolana”, disse

Fonte: VOA

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