DIFERENTE DA CENTRALIDADE VIRTUAL DO YABI OU DO CONDOMÍNIO DO TCHIBODU?


Centralidade de Cabinda é uma quase realidade ou mais uma publicação para o Inglês ver? Como já se tornou quase uma repetição pública, sobre a implementação de obras de impacto social e económico em Cabinda e já no limiar inacabadas, ao exemplo do Aeroporto internacional de Cabinda, ao Campus Universitário, ao Porto de águas profundas, o PIF ou ZIF como quiser, só para citar;Permitam me emitir esta reflexão na refresca de mais uma publicação que torna estimulante acreditar numa Centralidade de Cabinda, diferente daquela que estava projectada na localidade do YABI.

É mais uma página para se ler. Se na vazia Centralidade do YABI vislumbravam se edifícios de até acima de 10 andares, o projecto actual me parece diferente, com mais ou menos 4 andares, imaginado para um espaço de 400 Ha, com 3.000 apartamentos, edifícios típicos com aspecto arquitetónico que parece transmitir alguma beleza naquele espaço, só para sonegar. Projectado na margem direita da localidade do TCHIBODU, a futura Centralidade prevê o seu início real em 2021.Espero que o estudo topográfico não seja culpado a negar a sua implantação. Espero também que os estudos sísmicos que resultam na actual exploração de hidrocarbonetos e onshore não inviabilizam tal pretensão; Apoiem a governação local.

Nessa singela reflexão, ressalta a necessidade de projecção simultânea da via rápida de acesso para os futuros moradores uma vez que a referida zona passa a ser “Nobre” e, conhecidas como são as poucas dimensionadas e limitadas ruas, ruelas e estradas de Cabinda, esse equipamento social deve ser acompanhado de uma via expressa para o acesso fluido entre o centro Político e Administrativo de Cabinda e a futura Centralidade. É caso para se dizer (nzibula nkala, kufiata yaka), não seja mais um insulto! Quem não sente orgulho pela sua terra, não é Patriota. Precisamos pensar Cabinda para amanhã. A projecção de uma via rápida requer espaço, por isso não convém esperar para amanhã, às cautelas que a gestão do Plano urbanístico exige. A obra é pública, por isso convida a reflexão de todos. Espero que uma consulta pública tenha dado as contribuições necessárias, não permitindo que os únicos donos disto tudo sejam eles sozinhos a decidirem. Não é política, não reclamem depois.

Texto de Manuel Chinsito

#Mbembubualapress

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