ALDINA MATILDE BARROS DA LOMBA CATEMBO À UM PASSO DA PRISÃO

Quando em 03.07.2019, anunciávamos para Cabinda e o mundo “AS VERDADEIRAS RAZÕES QUE PODERIAM LEVAR ALDINA MATILDE BARROS DA LOMBA CATEMBO ÀS BARRAS DOS TRIBUNAIS”.

(leia a notícia aqui:https://avozdecabindambembubuala.com/2019/07/03/as-verdadeiras-razoes-que-podem-levar-aldina-matilde-barros-da-lomba-as-barras-dos-tribunais/), muitos dos seus acólitos que (hoje também integram o consulado de Marcos Nhunga), os ditos Yes Man, nos rotularam de analfabetos e que nem se quer tínhamos noção do que estávamos a reportar na altura.

Mas ocorre que muito recentemente à Assembleia Nacional de Angola foi notificada pela Procuradoria Geral da República de Angola “PGR” para o levantamento das imunidades da deputada da bancada parlamentar do MPLA, Aldina Matilde Barros da Lomba Catembo, eleita no último pleito eleitoral (2017) pelo circulo de Cabinda para que, no âmbito do processo-crime que decorre os seus trâmites, possa responder às respectivas acusações.

E caso seja declarada culpada, Aldina Matilde Barros da Lomba Catembo, ex-governadora de cabinda, finalmente prestará as tão desejadas contas à justiça e “sem um bocadinho de sorte”, isso se o esposo General não interferir no processo (tendo em conta que supostamente o mesmo também é parte do “Dream Team” que ajudou Aldina a saquear os cofres públicos em Cabinda) passará alguns dias, meses e quiçá anos na prisão por crimes de peculato, nepotismo, tráfico de influência, associação criminosa, branqueamento de capitais e muito mais, tal como acusa agora, o Ministério Público Angolano (PGR).

Tal como tínhamos avançado em 2019, pesam ainda sobre Aldina Matilde Barros da Lomba Catembo, “acusações de crimes de desvio de fundos públicos, peculato, ocupação ilegal de terrenos, exploração ilegal de madeira (em sociedade com o marido, António Francisco Catembo, General Kopelipa e Daniel Mingas Casimiro, ex-director do Gabinete de Estudos Estratégicos da Casa de Segurança do então Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos), o tal Dream Team que foram os principais beneficiários do esquema de corrupção praticado por Aldina Matilde Barros da Lomba Catembo”, enquanto dirigiu os destinos da terra rica em petróleo, madeira, ouro e muito mais. 

Sem nos esquecermos, que a ex-governadora de Cabinda Aldina Catembo, é acusada do crime de peculato por ter promovido o enriquecimento ilícito de familiares e amigos, com dinheiro do erário que deveria ter servido para o desenvolvimento do território de Cabinda e para o bem-estar das suas populações.

Contudo, todos somos inocentes até que o processo-crime em fase de instrução seja transitado em julgado. Mas! Será este o caso de Aldina Catembo, a ex-governadora de Cabinda? 

“Mi cre odja pa cre”, como dizem os crioulos de Cabo-Verde de onde realmente Aldina Matilde Barros da Lomba Catembo é originária. Mas que a justiça seja feita, pois se as autoridades angolanas não o fizerem que os Cabindas de bem o façam à nível internacional em nome do martirizado, indefensível, humilhado e colonizado povo de Cabinda que apesar dos abundantes recursos naturais são os mais paupérrimos de África. 

POR CONSEGUINTE, A QUESTÃO QUE CONTINUA A NÃO SE QUER CALAR É:

DEVEM OU NÃO OS ÓRGÃOS DE JUSTIÇA PROCEDER O JULGAMENTO DA EX-GOVERNADORA ALDINA MATILDE BARROS DA LOMBA CATEMBO, FRUTO DA MÁ GESTÃO PRATICADA NO PERÍODO EM QUE LIDEROU OS DESTINOS DE CABINDA?

Texto de Baveka Mayala 

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