SER INDEPENDENTISTA NÃO É MILITAR NOS PARTIDOS POLÍTICOS COLONIZADORES

Os notáveis de Cabinda e os representantes da coroa Portuguesa, assinaram o tratado de Simulambuco – De 01 de Fevereiro de 1885, os nossos antepassados não fizeram militância ao Império colonial de Portugal.

Em 1884-1885 na Conferência de Berlim com à apresentação do Tratado de Simulambuco garantiu o “Estatuto Jurídico e Político” ao Território de Cabinda como Protectorado de Portugal.

Nenhum momento os notáveis de Cabinda assinaram estatuto especial e nem tão pouco autonomia. Hoje todo Cabinda que se levanta com pronunciamentos em defender tais posições, estes estão ao servilismo das políticas dos partidos do país colonizador, são os camaradas de duas caras vão perdendo a máscara e o povo vai conhecendo aos poucos.

Para Libertar Cabinda não podemos servir dois mestres ou patrões ao mesmo tempo, eficaz para nós é:

– Diga não eleições angolanas em Cabinda.

– Diga não autarquias em Cabinda.

– Diga não estatuto especial para Cabinda.

– Diga não autonomia para Cabinda, etc…

Todavia, o que pretendemos é levantar uma única voz para todos e dizer, “basta, queremos independência”. É esta voz que nos caracteriza como um povo.

À independência é um bem precioso imprescindível e inalienável para Cabinda, é a única via do entendimento que podemos seguir para se pôr fim da guerra, da militarização, do subdesenvolvimento crónica instalado pelo governo de Angola num território que não lhe pertence.

Qualquer acordo fora à independência será sempre o motivo do desentendimento, como consequência podemos dar o exemplo do memorando do entendimento do Bento Bembe assinado no Namibe. visto que, desde da sua gênese até agora este tornou-se um memorando do desentendimento, não me inspira confiança.

Pois, para nós os Cabindas participar de forma ativa ou não nos partidos políticos angolanos: é consideravelmente de assumir angolanidade, é servir o satanás para fazer mal os teus irmãos, é facilitar opressor a efectivar as suas artimanhas estratégicas colónias, como também podemos compreender é de autêntico traição à pátria.

As eleições de 2022 aproximam-se, a rejeição é de carácter obrigatório na minha família ninguém vá às urnas, peço o mesmo à todo povo de Cabinda.

ZIMBAMBI ZIWALI ZIVOLWANGUKO

“não podemos servir dois mestres”

você que escolhe Deus ou Satanás!?

(Cabinda ou Angola)!?

Seja como eu grito todos dias Cabinda não é Angola, quero independência.

André Lelo Bônzela

Obrigado pelo a compreensão!

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