As imagens do vídeo no link em anexo, mostram Militares das Forças Armadas Angolanas-FAA, a baterem uma senhora de Cabinda indefesa com criança nas costas
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FLEC FAC DENÚNCIA ATAQUE DAS FAA ONDE TRÊS CIVIS PERDERAM À VIDA EM CABINDA
O coronavírus tornou-se numa oportunidade para o Governo reprimir silenciosamente o povo de Cabinda, tal como aconteceu no domingo 22 de Março de 2020, com um violento ataque, perpetrado pelas Forças Armadas Angolanas-FAA na aldeia de Kissungo Mbemba, junto ao rio Chiluango na região do Necuto, Município do Buco Zau, onde três residentes da aldeia foram encontrados mortos, vítimas da barbaridade habitual das Forças Armadas do regime angolano.
FLEC FAC ACUSA CHEFIAS MILITARES DAS FAA EM CABINDA DE EXPLORAÇÃO ILEGAL DOS RECURSOS DO TERRITÓRIO
A direcção político militar da FLEC/FAC condena e denuncia a postura hostil e belicista do tenente-general Amílcar David Eugénio “Trovão” que através das armas dinamiza e protege a corrupção e os tráficos levados a cabo por militares angolanos em Cabinda, com a cobertura de um supostos combate à imigração ilegal.
Quando o presidente de Angola João Lourenço afirma que a sua prioridade é o combate à corrupção, o presidente angolano deveria prestar mais atenção às práticas dos seus militares em Cabinda para quem a Guerra tornou-se num lucrativo negócio que impede qualquer abertura para a resolução pacífica do conflito em Cabinda.
A direcção político militar da FLEC/FAC reitera uma vez mais que está disponível para dialogar com o Governo angolano na busca de uma solução pacífica para o conflito em Cabinda, e pôr termo definitivo à corrupção, tráficos, venda de armas, interesses obscuros e enriquecimentos ilícitos dos militares angolanos em Cabinda.
