Portanto, uma vez que o actual modelo de integração de Cabinda no espaço angolano é ineficiente e ineficaz, urge repensar o lugar de Cabinda dentro de Angola sem necessidade de forçar a natureza. As coisas hão-de ficar sempre como foram feitas: a separação geográfica é algo que não se vai mudar, mesmo com pontes. Mas o grande ´´quid´´ é como fazer que, estando onde está, Cabinda seja plenamente Angola sem desculpas de descontinuidade territorial?
Tag: O Problema de Cabinda
APELO DE ANTÓNIO GUTERRES FACILITA “CESSAR FOGO” EM CABINDA POR PARTE DA FLEC FAC
A FLEC-FAC junta-se ao apelo ao cessar-fogo “em todo o mundo” lançado pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no contexto da luta contra a pandemia Covid-19/Coronavírus.
Saudamos a iniciativa e apoiamos plenamente o apelo do secretário-geral das Nações Unidas para que se proceda a um cessar-fogo imediato.
A direcção político-militar da FLEC-FAC decreta um cessar-fogo temporário e provisório, a fim de facilitar a luta contra o Coronavírus.
A FLEC-FAC pede a todos os comandantes operacionais, em todas as regiões militares de Cabinda, que observem um cessar-fogo temporário e provisório de quatro semanas a partir das 20:00 horas de Segunda-feira, 13 de Abril.
TAAG VOA EXCEPCIONALMENTE PARA CABINDA
Infelizmente aos Cabindas lhe é negado directa e indirecta de reivindicar o seu direito à Autodeterminação de acordo o seu passado histórico e Jurídico, onde a verdade é indelével e contínua presente até aos nossos dias, como o caso da Constituição da República Portuguesa de 1933 que certificava no Artigo 1 que o território de Portugal é o que ele ocupa actualmente e compreende:
1 – Na Europa: o Continente e os arquipélagos da Madeira e dos Açores;
2 – Na África Ocidental: os arquipélagos de Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe e seus dependentes, São João Baptista de Ajudá, CABINDA e Angola, só para citar.
Hoje é evidente e patente que esse passado histórico e jurídico, outorga ao Território de Cabinda à luz do do direito internacional, o direito de tornar-se independente quer de Portugal “Estado Proctetor” e quer do estado a que foi, involuntariamente anexado a República de Angola.
MBEMBU BUALA PRESS ( A VOZ DE CABINDA)
