VEXAME DE MARCOS ALEXANDRE NHUNGA (VERDADE OU MENTIRA)?

Em consequência do acto de abuso de poder e de autoridade perpetrado contra o segurança pessoal (agente da polícia afecto a UPIP) nas vestes de ministro da agricultura de Angola que motivaram a vítima partir para a agressão física a Marcos Nhunga.

O incidente teve lugar em Luanda, quando o governador de Cabinda chefiava o pelouro da agricultura, após suceder Afonso Pedro Canga, com ajuda do seu amicíssimo Calabeto, o sobrinho querido do todo poderoso “José Eduardo dos Santos” ou seja foi graças ao Calabeto que Marcos Alexandre Nhunga chefiou ou fora nomeado ministro da agricultura em 2016, depois de longos anos a frente do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), onde enriqueceu de uma forma escandalosa.

Como se pode constatar no leque de património que possui (que não se sabe se constam ou não na declaração de bens remetida à PGR pela força do segredo de justiça) ao par do número de Damas, que vão do Móxico, Luanda, Cabinda e etc, só para citar.

Importa aqui referenciar que o incidente foi reportado por “Cláudio Renato de forma anónima”, via redes sociais que segundo este um prato de sopa esteve na base de tudo, por lapso da funcionária domestica ao invés do ministro da agricultura coube ao segurança pessoal “agente da UPIP” degustar a sopinha do Chefão.

Para infelicidade do agente da policia (que não foi punido, após ter agredido o então ministro), parece que neste dia a fome terá devorado até o cérebro de Marcos Alexandre Nhunga que ao se aperceber da atitude do subordinado ainda que involuntária, descarregou para cima deste toda sua arrogância e prepotência, até ao ponto de proferir ofensas contra a mãe do segurança que ao ouvir tais insultos perdeu a cabeça.

A sua condição de subordinado não o inibiu de agredir fisicamente o então ministro da agricultura “Marcos Alexandre Nhunga” como se de uma criança se trata-se, obrigando o ministro a paralisar os trabalhos durante quase três semanas, segundo apontou Cláudio Renato na sua versão difundida nas redes sociais, de acordo a confissão espontânea do suposto agente da polícia afecto a UPIP.

EXCELÊNCIA SENHOR GOVERNADOR É VERDADE OU MENTIRA QUE FOSTE SURRADO PELO AGENTE DA POLÍCIA AFECTO A UPIP?

Para muitos não restam duvidas da arrogância e prepotência que tem demonstrado Marcos Alexandre Nhunga, desde que chegou as terras do Maiombe em Agosto de 2019 para dirigir os destinos do Território de Cabinda. Que nos desmintam as testemunhas oculares que acompanharam Marcos Nhunga nas vistas de campo que efectou logo após à sua a apresentação como governador de Cabinda que obrigaram o gabinete de imprensa do governo de Cabinda a desmentir muitas das afirmações proferidas por este onde foi arrolado o ex-governador Eugénio Laborinho, actual ministro do Interior, sendo um dos rostos visíveis que exploram ouro, diamante e madeira no Maiombe.

Em Cabinda passou ser praxe, crispações entre as administrações cessantes e as novas, devido a ma governação dos principais gestores, perguntem ao Eng. José Amaro Tati por que razão deixou de se socializar com o seu antecessor Augusto da Silva Tomás, como se sabe o epicentro do problema foi o famoso 10% de Cabinda e questões ligadas aos investimentos deste e ao Amaro Tati perguntem-no também como foi possível a Emcica transformar-se do dia para noite na empresa mais rica de Cabinda sem alguma justificação, durante o seu consulado e que da moribunda Peacor (só nos recordamos do bárbaro assassinato do Jornalista da TPA, António Casimiro).

Perguntem também ao Mawete João Batista, aonde param os bens do estado que recuperou (Automóveis ou se quiserem meios rolantes) do consulado de Anibal Rocha e seus acólitos que acusou de ma governação e muito mais. Lembro nesta acção de Mawete a humilhação que sofreu Chissina Mabiala que depois de exonerado lhe foi recebido a viatura em plena rua.

Aldina da Lomba Catembo, infernizou a vida dos acólitos de Mawete e que num passado recente expusemos as falcatruas que realizou enquanto governadora de Cabinda que chegou ao ponto de querer “por ganancia” industrializar os productos da dieta alimentar local.

Senhor governador ainda bem que é eng. agrónomo, pois há muito que a agricultura em Cabinda aguarda do tão propalado apoio do governo e das instituições bancarias, onde a produção agrícola continua assente numa agricultura familiar e de subsistência, não industrializada sem investimentos de vulto, transformando o sector no mais subdesenvolvido e, dos parcos recursos disponibilizados beneficiam mais os governantes em detrimento dos pequenos agricultores.

O recém relançamento do cultivo de cacau e café que seja mesmo um projecto para valer e não mais uma da aqueles que só vai durar enquanto persistir o vosso consulado.

Auguramos que desta vez o sector da agricultura registe mudanças significativas, tendo em conta as potencialidades da região de Cabinda e que não seja usada somente como campanha propagandista no período eleitoral para que se evitem os 03 à 0, sofridos pelo MPLA nas eleições de 2017, onde não só a oposição angolana, venceu no seu todo e onde também o MPLA foi humilhado politicamente falando.

O Território de Cabinda é uma região rica em recursos naturais e, nos entristece quando para o governador “ainda que provisório” a construção de “Pontecos” seja motivo de victória o que nos deixa estupefactos, tal como afirmou na visita que efectou no dia 09 de Abril do corrente no Município de Belize no acto da inauguração do Ponteco (sobre o rio Lombe) no troço que liga Cungo-Tadi e Conde-Cavunga no “Alto Sundi” na aldeia de Kiluamba.

Senhor governador esperamos também que o actual potenco provisório de madeira seja substituído por uma “Ponte Nova” com uma estrutura (moderna) e definitiva. Que essa acção se estenda por resto do Território de Cabinda e não faça como Eugénio César Laborinho que levou consigo para Angola a promessa de construção da Marginal de Cabinda e de tantas outras obras e promessas, apesar do seu curto consulado.

Como já se sabe no vosso consulado a corrupção também já lá faz morada e, o alerta veio de alguém que fez parte do pelouro, a antiga Secretária de Saúde de Cabinda “SSC” que justificou o pedido de demissão, recentemente devido a corrupção no governo de Cabinda. Mas que não houve até hoje reacção de vossa parte quer a titulo individual ou institucional. Como se diz na linguagem popular “Quem cala consente”! Não será o caso?

O esquema, segundo a SSC, envolve muitos gestores hospitalares e figuras do topo do governo em Cabinda, o que é grave ao ser verdade!

“Por ter recusado alinhar com essas práticas de corrupção fui crucificada e combatida desde a primeira hora, mas mantive a firmeza, embora não tenha tido a solidariedade institucional que esperava”, lamentou a ex-secretária em declarações a VOA.

Ao invés de estar mais preocupado em emitir inverdades na comunicação social sobre o estado da situação político-militar em Cabinda que (até compreendemos ser mais para proteger o cargo e tendo em conta as responsabilidades que tem, não é fácil ter mais de “três Bureaux” para não falar das amantes com a crise que se enfrenta, mesmo com alguns investimentos, mas se não tiver na fonte os mesmos podem secar, tal como está sucedendo em Angola com grande parte dos ex-governantes afastados do banquete chamado “OGE”.

Apesar também não ser de vossa responsabilidade directa e exclusiva, esperemos que haja uma luz no fundo do túnel sobre a conclusão do porto de águas profundas de Cabinda, da construção da refinaria de Cabinda, da construção da fábrica de cimento, da reactivação e desenvolvimento do parque industrial do Fútila, da conclusão das obras da cidade universitária de Caio, da conclusão das obras do aeroporto internacional de Cabinda, da conclusão das intermináveis obras do hospital principal de Cabinda, da construção de centralidades em Cabinda, da melhoria e normalização na distribuição da energia e água em Cabinda, só para citar essas das tantas promessas que o MPLA já fez e que vai continuar a fazer aos Cabindas, como sempre encontrão um bode expiatório para se justificarem, se não as concretizarem.

Faça numa velocidade sonic, pois segundo se cogita nos corredores do Kremlin, o “MPLA” já encontrou um sucessor para vossa Excelência, mas apesar de já estarem a socializar-se à alteração poderá ser feita a qualquer momento e bem na primeira oportunidade te vão retirar da direcção principal dos destinos da nossa amada Pátria Imortal “Cabinda”.

Faça mesmo alguma coisa para o bem deste povo sofredor e oprimido!

Apesar da vossa militância ao MPLA!

Texto de José Kabangu

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